quarta-feira, 22 de junho de 2011

Sabe meu amor...







Quando tu vens a mim em sonhos...
Quando tu vens a mim
de uma forma tão imensamente tua...
Vens se aproximando lentamente...
De um jeito que somente tu
com teu jeitinho podes fazer...
É como se a minha imaginação
as palavras ganhassem vida
A invadir-me...A penetrar-me,
tão intensamente...
É como se percorresse dentro de mim,
em meu sangue, fazendo meu coração disparar...
É como se num acelerar tão repentino
fizesse todo meu ser estremecer...
Antes um frio a percorrer-me,
depois um calor vindo numa explosão
de uma energia eletrizante... E nesse sentir,
fecho os olhos deixando-me ir
alem da minha imaginação...
Então abro os olhos, não meus olhos material,
porque meu sentir vai alem do amor material,
esse desejar tão intenso carnal...
Sabe como comparo meu amor por te?...
Tenta ver o infinito distante,
a imensidão do céu,
estrelas brilhando...
reluzente em toda direção...
A beleza do universo..
As noites de luar...O entardecer...
Aquela aragem fria...
A chuva fina a tocar sua pele...
As gotículas de orvalho nas folhas verde...
O amanhecer... Os nevoeiros envolvendo
tudo tampando a nossa visão...
De repente os primeiros raios de sol...
As brisas vinda dos campos floridos,
aquele aroma suave que vem
impregnando todo meu ser...
Invadindo minha alma num sentimento puro...
Tornando tudo tão lindo...
É esse sentimento que tenho por te amor...
E esse sentimento não é algo matéria...
Mas sim tão intensamente espiritual...
Vai alem da dimensão... Vidas após vidas eu sei...
Tenho procurado por te...
E só agora nesse mundo pode encontrar...
Te amo meu amor não quero nunca ficar sem te...
Tu es a minha vontade de viver...
Tu es meu grande amor...

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Meu amor por te



Meus sentimentos por te
É imensidão
É universo,
São desejos
É querer.
Sem fronteiras
Sem limites.
É voa livre em busca de te

Meu amor por te
É vontade
Sem domínios
É viver para te.

Meu desejo por te
É um amar sem fim
Que há dias me faz sentir
Tão fora de mim
Tão fora da realidade
Tão pequena tão menina.
Tão carente de te

Meu querer por te
É imaginar tão perto
Tão junto de mim
É sonhar sem medo
É nunca querer acordar

Vem me amar

Ao olhar o infinito
Fico a imaginar
 Onde lá você possa estar
Em passos firmes
Olhar distante
Vejo o caminho a percorrer
Sinto vontade de correr
Vontade de lá chegar
A próxima por traz
Sinto-te tão meu
Com uma mão te toco
Como o lábio te beija
Com o coração te amo
Momento único
Meu coração em descompasso
Respiro-te, inspiro.
Sinto teu aroma único
Meu homem meu menino
Meu sonho meu mimo
Tudo que quero é te amar
Minhas pernas se esmorecem
Meu corpo em te aquece
Segura em tuas mãos
Chamo-te
Entrego-me
Amo-te
Pra sempre
Aqui é meu lugar
Em teus passos
Em teus sonhos
Em tua realidade
Quero ficar
Amo-te meu amor
Sem você não sei viver
Sem você minhas manhãs são frias
É solidão sem harmonia
Preciso-te
Sem te é morrer
É consumir nos nevoeiros densos da vida
Vem! Quero-te mais um dia,
Mais uma manhã gelada
Tão calada e fria
Vem meu amor
Quero te amar
Quero em te fazer morada
Vem ser meu
Sem te não sou nada
Vem meu MEU AMOR
Vem me amar

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Não sei por onde seguir...



 Dias e dias... Olhar perdido.
Somente as trevas envolvem-me,
estreitando a visão de uma realidade melhor...
Fico aqui no limiar...
Entre a terra e o céu...
Tento encontrar um caminho,
um rumo certo a minha vida...
Temerosa, em cada passo, apalpo o chão,
sinto o fugir por baixo de meus pés
da minha imaginação já cansada...
Tento desistir...
Sem vontade de mais uma vez amar...
Sem vontade de mais uma vez sentir o pulsar forte
dentro de mim...
Sentimento este que só o amor causa...
Não queria que tudo tivesse sido assim,
mas não tem como ser de outra forma...
Nessa vida não foi permitido tu a mim...
Mesmo nesse amor sem fim...

O que passou não volta!
É como se te tivesse escrito,
como se nós tivesse escrito,
numa tela em branco,
da minha imaginação,
e fosse diariamente e como mais força,
apagando essas linhas dispersas,
difusas na minha turbulenta inconstância.
Na minha ambígua insegurança.
Até ao dia que apagarei totalmente,
de uma vez só.
E assim. Volto atrás.
A ti, meu amor. A mim.

Saudade



Tu que estás perdido,que já nem cá deves vir.
Um dia disseste-me
‘pessoas como nós não choram à frente das outras pessoas’.
Lembro-me sempre disso quando recordo os parte de nossas vidas
É como se tudo estivesse nas minhas mãos
e enquanto observo o meu redor,
este incapaz de compreender esse universo que conheces,
numa percentagem razoável. O meu.
E o sentir à volta do meu dedo.
E sim essa saudade também já se reformou dentro de mim.
Acredita. É sempre mais uma situação com a qual
temos que aprender a viver.
É só mais uma perdida num universo de saudade.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Se eu pudesse voltar no tempo?...


Como sempre. No fundo todo o nosso percurso tem um objetivo.

Tem um rumo. O mais correto, o mais nosso.
Normalmente personalidades avessas ao equilíbrio
encontram esta tarefa dificultada, mas não impossibilitada.
Sei que custará, e receio que não consiga.
Por eternidades ou por momentos.
Contudo sei que agora, agora que tudo mudou,
agora que me insiro numa nova vida...
Essa que tento ser, reencontrar-me, mas algo impede-me...
Talvez fantasmas de um passado atormenta-me...
Faz-me sentir sem saída...
Tento olhar para mim mesma
e ver quem eu sou, o que eu fez a você...
Quem eu sou na tua vida...
Sei que vou ter que resgatar momentos de uma vida,
da qual eu me culpo dia após dias. Eu errei.
Errei e vou ter de ser punida...
Perco-me nos meus próprios sentidos,
pensando no que fazer...
Sinto-me sem saída, sem rumo certo,
numa busca infinita...
Busca. Procura.
Paciências, tolerâncias,
aquelas que começam a esgotar-se.
Saturações. E a visão, o sentido,
como se fosse uma ilha completamente isolada no oceano,
onde eu distendesse as minhas pernas
e elevasse estrategicamente o meu pé direito.
Assente num sapato de salto alto...
Sem sentir firmeza a prosseguir essa minha nova caminhada...
Sei que vou ter de sofrer as consequências de meus atos.
Agora que prossigo no caminho do fim de um desejo impetuoso,
agora que me sinto rodeada, que preencho lacunas deixadas,
agora que as noites têm outra cor, que até os dias têm outra imagem,
mas antes de tudo agora que me coloco em vários círculos...
Meu eu acusa-me, condena-me, É preciso resgatar o que ficou.
Só assim sentirei livre, liberta dessas amarras que me prende.
Numa condenação eterna, num abismo obscuro de ideias e
desejos passados.

Agora sei que há mais. E muito mais em mim.
Mas o que fazer pra tudo voltar ao inicio e poder corrigir o que fez?
Noite e noites pensando, sofrendo nesses devaneios, quimeras.
Busca de ideias... Se eu pudesse voltar no tempo?...