quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Tempo


















Nada como o tempo... O tempo destroi tudo, o melhor e o pior.
Foi fundamentalmente ao extremo, Inevitável, disfarçada,
vivendo ofegante,tristonha e receosa.
Era o de sempre misturado com o de nunca.
Era uma luta, uma disponibilidade e uma perserverança.
Uma ilusão... Horas dando-me esperanças... outras tirando...
Momentos de felicidade, ao mesmo tempo de revolta e dor.
Mais que tudo isso vinha a sensação de esgotamento. Fim.
Necessidade de fim. Se bem que o fim abriu alas ao início.
Início de uma nova vida, carencia,necessidades,
as vezes não temos noção do quanto podemos sacia-las
e das várias formas que podemos destrui-las,
penso até que temos umas ideias cobertas de pó,
é como as de redimir. E por vezes enganamo-nos.
E outras vezes até seguimos pelo melhor caminho
que poderiamos ter seguido mesmo percurso de sempre,
nunca acreditei em tal escolha, promessas falças.
Sinto mentira, fingimento, nesse mesmo vale de promessas flutuantes
nessas mesmas ondas sonoras,
nas construções que tão serenamente lançei sobre o proprio ar,
que respiro e inspiro em cada sensação de abandono, de derrota.
Porque entre as montanhas reinava um esforço árduo
que coloria os arbustos selvagens da minha insanidade.
Da minha vontade e da minha força.
E nesse mesmo vale de promessas flutuantes
Um vento sussurante, uma comparceria de sons, dentro e fora de mim.
O meu corpo deitado sobre uma imensidão de sentimentos,
de revolta, odio de um amor destruido por tanto sofrer.
nada, nada mais resta.Nada mais se nao ficar aqui remoendo,
rastejando, revivendo cada momento passado.
E cada lembraça, é como um punhao cravado no peito,
remechendo, extraindo para fora
os sentimentos puro que ainda resta de mim.
Me arrastando para sempre, num vale de remorço e lagrimas.
Tem com fugir?? se tem mi enssina, vem-me de a mão,
mi ajuda a reencontrar meu caminho, mi mostra uma luz.
Algo que mi de esperança, não para essa vida, mais pra outra.
porque aqui já não é mais o meu lugar. Sinto o meu fim...
Sinto-o dentro de mim.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Encontrar a Alma Gemea


















Amor... Qual é o segredo do amor? Como fazer um relacionamento resistir ao tempo? resistir a rotina,ao ego de cada um? Se apaixonando não pela figura que se apresenta, não pelo sonho que você idealizou, mas pela pessoa que de alguma maneira te conquistou.

Quem se apaixona pelo cheiro da pessoa amada,
pelo riso solto ou pela franqueza,
pelo jeito tímido ou debochado de ser,
aprende a amar a essência e separa:
o que é real do que é sonho...

Só ama de verdade quem "admira" os detalhes da pessoa amada,
e são os detalhes que fazem toda a diferença.

Muita gente procura amores de cinema,
onde tudo faça a diferença,a pele,
o sorriso,a altura,os cabelos,
a simpatia, a inteligência, o bolso, a profissão,
são tantas exigências,tantas requisições,
e o amor pede tão pouco:
no início admiração,
depois do conhecimento inicial:atenção,
depois de algum tempo juntos:dedicação,
e junto com o respeito,que deve existir sempre,
o amor para resistir ao tempo precisa de detalhes,
as vezes tão pequenos,que acabam gerando um elo,
uma aliança que torna o casal único,
isso se chama cumplicidade,e é o que faz a diferença.

Cumplíces são mais do que amigos,mais do que irmãos,
são almas afins que se reconhecem mesmo de longe,
onde o olhar fala mais do que mil palavras,
detalhes que fazem de um relacionamento,
o verdadeiro amor,o que dura além do tempo,
e transformam duas pessoas em "almas gêmeas".

This was not my place ...


O relógio marcava 23h56min, quase meia noite. Olhei a travez do vidro para fora só via vultos. Subitamente todo o meu corpo estremeceu. Eles riam animadamente, mas eu, entretanto começara a perder-me no meu abismo existencial. O cinto apertava-me, sufocava-me, o peito explodia.
Voltas e voltas. Tudo revirou, ouvia vozes longes, Risos e felicidades partilhadas. Eu rira forçosamente. Mesmo ao teu lado muitas vezes entrava num processo de demência espiritual. Cada minuto pesava-me, senti a pulsação a acelerar e a temperatura a subir. Não conseguia respirar. As curvas continuavam. Abri o vidro o mais possível e tentei respirar. Não conseguia expirar. Arvorem perdidas na escuridão da noite, atalhos silenciados por placas informativas e, sobretudo o silêncio de cortar a respiração. Não conseguira proferir qualquer palavra. Agradeci de cada entranha incendiada do meu ser. Minuto a minuto, acumulavam-se todas as frustrações, todos os devaneios, a vontade de ceder e deixar-me cair no abismo a baixo, sentia demasiada tensa. Como que a explodir por entre roupas exagerada.
O vento entrara calmamente e tentava-me acalmar em vão cheguei e não tinha palavras para dizer nada. Entrei, fechei a porta.
A luz da lua iluminava tenuemente o quarto. Desenhavam-se sombras da minha desarrumação que agora me causava claustrofobia. Corri para o parapeito, inclinei-me, queria fugir de toda aquela confusão de mente, não agüentara sequer olhar para cima nem para baixo, senti que Deus me fazia tanta falta naquele momento. Senti que tudo foi apenas um sonho só meu. Loucura, obsessão tinha que tirar tudo de mim, apagar, eliminar cada pedacinho seu em mim.
Sentei-me. Bebi o copo de água, olhei desesperadamente, media-a. Era inevitável, teria que me deixar levar. Mesmo assim ainda tentei resistir, só que as forças falhavam-me. Todo aquele momento estava por vir, é minha condenação infame. Fui à cozinha, tomei o comprimido. Acendi a luz e observei. Acabei por desviar apenas algumas peças de roupa misturadas e sentei-me novamente. A febre subia exponencialmente no pensamento de cada minuto daquele dia.
O calor invadia-me agonizante enquanto me sentia cada vez mais fria
e vestia roupas em cima de roupas.
Rolei no chão tal como me apetecera horas antes naquele circuito de alienação.
Tudo me doía cada vez mais, era impossível agüentar sequer,
pesava-me como se eu dominasse mais, não existisse no meu corpo,
não conseguia já sequer pensar. Então me deixei ir e expeli tudo aquilo que me consumia.
Os enjôos apertavam-se contra o meu peito, apelei aos meus impulsos e vomitei. Vomitei tudo que há meses vinha me destruído, mi machucando.
Tudo que não me permitisse inspirar, saira agora. Só que permaneciam os resquícios da minha insensatez. Porque agora, naquele dia eu deixara-me atingir? Porque naquelas horas eu perdia o controle sobre algo que sempre me pertenceu? Porque eu estranhava o meu redor? Cada vez mais escorregava,
impelida para um vácuo de afeto inexistentes. Não conseguira compreender que tudo não passava de um encontro, de momentos, de uma peça que o próprio destino cruel me pregou.
Mantinha o desespero que me suplantava para a dimensão da solidão.
Mi tirando a realidade que eu era feliz, se sempre foi, me empurrando para um mundo do qual nem sei se me pertencia, sinto que não, esse nunca foi o meu lugar, não conseguira acreditar. Simplesmente as peças não encaixavam como num puzzle. Permanece serena, conseguindo ouvir o aumentar de cada ritmo cardíaco, o elevar de cada décima de grau, conseguia até sentir todo o meu corpo a pulsar. Pensara em ti, invariavelmente vinha-me a cabeça.
E pela primeira vez senti repulsa no desejo que emanava de cada partícula minha Sentia nojo por desejar-te a ti em toda a tua dimensão Não por ti. Por mim. Caí subitamente. Procurei afoita. ‘Onde esta?!?’, já não agüentara o peso do copo e deixei-o estilhaçar-se no chão.
Encontra-lo finalmente. Não, não precisava mais, não precisava de mais nada nesse momento as lagrimas caíram levadas pelas enchentes que se desprendiam dos meus olhos. Olhava aquele quarto, aquele silêncio, escutava-o indignamente, percorrendo momentaneamente o vicio da minha loucura.
A balança, o equilíbrio. Ali era o tudo ou nada. Era o sono que desaparecia, eram as luzes que se apagavam, a não-entrega, o não-acto, o fugir constantemente, o evitar O pensar. E se? Talvez eu não conseguisse encarar Talvez fugisse mais uma vez para o vão solitário das minhas memórias e cedesse ao medo. Talvez acontecesse. E depois? Irias compreender o como e o porquê? Gritei, destruí, sacrifiquei. No fim dos 6.37 conseguira finalmente inspirar e expirar. Levantara-me, circundei cada patamar fechado, cada subdivisão de mim, cada injustiça que inconscientemente cometia. Mesmo sabendo como tudo iria acabar. Exorcizei os fantasmas que me possuíam e rendi-me a mais uma etapa. Encerrei a frustração em direção ao nada e adormeci, sentindo num estagio entre o sonho e a realidade, silenciando os demônios que rodeiam a minha existência. Agora sinto-me livre. Uma paz que a mais de ano não encontrava paz que havia sido tirada, arrancada, Não entende porque Deus, mi colocou em seu caminho, se nada foi, se nada fez de bom, mi deixando a mercê do pecado, sendo que antes eu só vivia para Deus,
antes eu mi purificava todos os dias, e hoje quase que mi perco. Olho para o Céu e só uma pergunta eu repito: Porque Deus? Porque Deus?? Porque??
Talvez pra resgatar erros de vidas passadas. Se for hoje me sinto livre, sem culpa alguma. Hoje me sinto com vontade de recomeçar, de seguir meu caminho sem olhar para traz. Hj sinto vontade de mi redimir, de corrigir cada erro cometido por mim e por ti. Fecho os olhos mais uma vez, e sinto a noite silenciar, nem um ruído, e de repente sinto leve, levitando, levitando, ate sumir de mim mesma, num sono profundo, onde desejaria nunca mais acordar. A noite vai, a luz vem o Sol forte penetra ultrapassando o vidro frio, que agora se aquace, Sol que aquece meu corpo que há horas e horas permanecia gelado, sinto o calor invadindo, sinto vontade de seguir em frente, e ser feliz. Recomeçar, só isso agora vem em minha mente ainda perturbada, recomeçar, e recomeçar.














Passamos a vida em busca da felicidade. Procurando o tesouro escondido. E, assim, uns fogem de casa para serem felizes.

Outros fogem para casa em busca da felicidade. Uns se casam pensando em serem felizes.

Outros se divorciam para serem felizes.

Uns desejam viver sozinhos para serem felizes. Outros desejam possuir uma grande família a fim de serem felizes.

Uns fazem viagens caríssimas buscando serem felizes. Outros trabalham além do normal buscando a felicidade.

Uns desejam ser profissionais liberais para comandar a sua própria vida e poder serem felizes. Outros desejam ser empregados para ter a certeza do salário no final do mês e, assim, poderem ser felizes.

Outros, ainda, desejam trabalhar por comissão, assegurando que o seu esforço se transforme em melhor remuneração e assim serem felizes.

É uma busca infinita. Anos desperdiçados.

Nunca a lua está ao alcance da mão. Nunca o fruto está maduro. Nunca o carinho recebido é suficiente.

Mas, há uma forma melhor de viver! A partir do momento em que decidirmos sermos felizes, nossa busca da felicidade chegou ao fim.

É que percebemos que a felicidade não está na riqueza material, na casa nova, no carro novo, naquela carreira, naquela pessoa.

E jamais está à venda.

Quando não conseguimos achar satisfação dentro de nós mesmos, é inútil procurar em outra parte. Sempre que dependemos de fatores externos para ter alegria, estamos fadados à decepção.

A felicidade não se encontra nas coisas exteriores.

A felicidade consiste na satisfação com o que temos e com o que não temos.

Poucas coisas são necessárias para fazer o homem sábio feliz, ao mesmo tempo em que nenhuma fortuna satisfaz a um inconformado.

As necessidades de cada um de nós são poucas. Enquanto nós tivermos algo a fazer, alguém para amar, alguma coisa para esperar, seremos felizes.

Tenhamos certeza: A única fonte de felicidade está dentro de nós, e deve ser repartida.

Repartir nossas alegrias é como espalhar perfumes sobre os outros:

Sempre algumas gotas acabam caindo sobre nós mesmos. Se chover, seja feliz com a chuva que molha os campos, varre as ruas e limpa a atmosfera.

Se fizer sol, aproveite o calor. Se houver flores em seu jardim, aproveite o perfume. Se tudo estiver seco, aproveite para colocar as mãos na terra, plantar sementes e aguardar a floração.

"O TEMPO É MUITO LENTO PARA OS QUE ESPERAM. MUITO RÁPIDO PARA OS QUE TÊM MEDO. MUITO LONGO PARA OS QUE LAMENTAM MUITO CURTO PARA OS QUE FESTEJAM MAS PARA OS QUE AMAM O TEMPO É ETERNIDADE." (Autor: desconhecido)

Você é muito importante

















Você é muito importante Uma professora decidiu homenagear seus alunos do último ano colegial, dizendo a cada um deles a sua importância.Ela chamou todos os alunos em frente à classe, um de cada vez.Primeiro, disse a eles como eram importantes para ela e para a classe.Então presenteou cada um deles com um laço azul com uma frase impressa em letras douradas:EU SOU IMPORTANTE

Depois, a professora resolveu desenvolver um trabalho com a classe para
ver que tipo de impacto o reconhecimento teria sobre a comunidade.

Deu a cada aluno mais três laços e os instruiu para que saissem e disseminassem a cerimônia de reconhecimento.

Em seguida eles deveriam acompanhar os resultados.

Observar quem homenagearia quem, e relatar à classe dentro de uma semana.

Um dos alunos foi até um executivo Júnior de uma empresa próxima e o condecorou por ajudá-lo no planejamento de sua carreira.

Então, deu-lhe dois outros laços e disse:

- Estamos fazendo um trabalho para a escola sobre reconhecimento.
Gostaríamos que você procurasse alguém para homenagear, que o
presenteasse com um laço azul, e que lhe desse outro laço para
homenagear outra pessoa, disseminando esta cerimônia de reconhecimento.

Em seguida, por favor, procure-me novamente e conte-me o que aconteceu.

Mais tarde naquele dia, o executivo Júnior procurou seu chefe, que, era tido até então como um cara rabugento.

Pediu ao chefe que sentasse e disse-lhe que o admirava profundamente pôr ser um gênio criativo.

O chefe pareceu muito surpreso.

O rapaz, perguntou-lhe se aceitaria o laço azul como presente e se permitia que ele o colocasse.

Seu chefe surpreso disse que sim.

O executivo Júnior pegou o laço de fita azul e colocou-o no paletó do chefe bem em cima do coração.

Ao dar ao chefe o último laço disse:

-O senhor me faz um favor. Receberia este outro laço e o passaria
adiante homenageando outra pessoa, o garoto que me deu o laço está
fazendo um trabalho para a escola e quer que esta cerimônia de
reconhecimento prossiga, para descobrir como ela influência as pessoas.

Naquela noite, ao chegar em casa, o chefe procurou seu filho de quatorze anos e pediu que se sentasse e disse:

-Hoje me aconteceu uma coisa incrível. Estava em meu escritório e um
dos executivos Juniores entrou, disse que me admirava e me deu este
laço azul por me considerar um gênio criativo. Então, ele prendeu este
laço que diz "Eu sou importante" no meu paletó, bem sobre meu coração...
Deu-me um outro laço e pediu-me que homenageasse uma outra pessoa. Esta
noite, voltando para casa, comecei a pensar a quem homenagearia com
este laço e pensei em você. Quero homenagear você. Meus dias são muitos
tumultuados e, quando chego em casa, não lhe dou muita atenção.
Algumas vezes grito com você por não tirar boas notas na escola e por
seu quarto estar uma bagunça, mas de qualquer forma, esta noite eu
gostaria apenas de me sentar aqui e dizer-lhe que você é Muito
Importante para mim.
Além de sua mãe, você é a pessoa mais importante em minha vida.
Você é um grande filho e eu amo você.

O sobressaltado garoto começou a soluçar, e não conseguia parar de chorar.
Todo o seu corpo tremia.
Ele olhou para o pai e disse através de lágrimas:

-Papai, eu planejava cometer o suicídio amanhã, porque achava que você não me amava.

Agora não preciso mais.

Envio esta mensagem para você que é uma pessoa muito importante!

Um abraço amigo à você e que Deus o abençoe

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

What I try? get every bit of your inside me ...
















Será que é fácil? Será que suporto essa dor latejante.
Agonia. Sufoco. Só mais um dia, só mais uma noite.
Só desta vez deixa-me cometer os mesmos erros.
Agora, neste preciso instante concede-me a possibilidade de errar.
Outra vez o calor. Lá fora o ar parece parado, ate vejo tremer..
Amo as temperaturas elevadas. Talvez mais.
Talvez quando eu criticava os temporais e as temperaturas baixas.
Agora elas elevam-se fora e dentro de mim.
Esperança. Esforço pra esquecer. Algum momento vem o desespero.
Ligo o som, musica. Ligar e deixá-la rodar até ao fim em alto volume.
Ausentar-me do meu proprio eu..um som agudo, ensurdecedor.
Não aguento toleras-me mais uma vez? Pergunta que sempre se repeti.
Vale a pena? Insisto. Sei que tenho razão. Prossigo.
Condescendo mas não acredito. Circundo este compartimento.
Ele enche-se de cor e dramatismo. Pequenos instantes de escape irracional.
Ato a independência à auto estima por uma corrente esfarrapada,
quase nula. Acima de tudo, não confio. Espero. Voltas? Lembraste-te?
Claro que não. Eu naufraguei no teu pensamento e tu nem te apercebes.
Continuo a inspirar-te à distância. Ainda te lembras do meu riso?
Ainda sabes quem eu sou? Desci para ulimo degrau das prioridades.
Quem? Sim gostei. Senti-a, A todos aqueles que me sustentam na sua memoria.
Agradeço tudo, o olhar, o exagero, a critica, o elogio, a lembrança.
A mensagem. O acordar. Massacrante renascer. Ver-me ao espelho.
Eu. Cortar, pegar em tudo, baralhar. Sair. Chegar. Entrar. Repulsa. Ninguém entende.
Nunca ninguem vai entender. Para quê a compreensão do ‘exterior’
se em nada me poderá ajudar? Apenas e somente eu posso erguer do fundo do poço,
do cinzeiro apagado de pormenores, meros restícios de um nada perdido num todo.
Analiso quem passa por entre as portas entreabertas da ilusão,
transformando este dispar ‘mundo’ em algo mais.
Observação. Observam-me. Sinto-me tonta. Penso, apelo ao raciocinio.
Nada me ocorre. Fundo. Processo indissociavel da mente dispersa. Enraiveço.
As frases apagada, as lagrimas vem. contorço-me.
Contenho o tumulto que agora se concentra na escuridão lateral.
Aquela que sempre me espera. Calma. Terreno dividido entre o bom-senso e racionalidade.
Refugio-me. Só desta vez. E custa. Custou aguentar todos aqueles minutos.
Libertou-me aquela saída assolapada. Foi fácil. Será sempre assim.
Porquê as duvidas? Esclareci-as no vão do meu pensamentos.
é como se tudo fosse assim tão simples...Pergunto-me e porquê?
e como será?’ Desespero. Nada disto. Absolutamente nada.
Inteiramente nada. Sede, muita sede.
Calor. Deitar-me. Para quê? E agora? Como vai ser? Vou conseguir?
Não tolero. Enjoo. Como recalcar? Capaz? Eu? E tu?
Onde estaras tu? Não me vai interessar. Mais.
Pertences a um novo mundo. Fugir. Eis a palavra chave.
Sonhar....deixar-me levar. Até onde? Até a colina da letargia psicologica
em crescimento logarítmico? Olhar em redor e não atingir.
Paredes a escorregar no horizonte, obstáculos criados no inferno do consciente.
Novamente desistir? Ser quem agora? Continuar a sofrer anos por anos em prol de quê?
Afinal o que é isto? Viver ou sobreviver?
Fugir? Não, nunca mais quero fugir da realidade.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

De repente suje uma nova luz
















Uma repentina luz, luz essa que me aquece quando o frio da tua ausencia vem...
Neste momento sinto um calor, meu corpo contorce de desejo e dor ,
uma tentação na qual acredito que me trará algo.
um vontade descontrolada,que agora invade-me toda,
fecho os olhos e tento viver no limiar do sonho e a realidade.
Talvez essa imaginaçao, talvez como as coisas são
e que dependem intrinsecamente de mim.
Refiro-me a todos os momentos,
a viver uma vida com a qual não me identifico,
porque não quebro as amarras das minhas limitações,
porque não luto, porque tenho tudo o que não me concede nada...
Queria sim uma independencia.
Queria não adormecer a pensar que tudo passou,
Queria o meu espaço, queria acabar o mais depressa com tudo,
desparecer desta rotina diaria porque esta sim me mata,
destroi a minha essencia.
Cada dia que passa é menos um que poderia não me irritar
com mentiras estupidas e esclerosadas.
viajar ao encontro das minhas realizaçoes,
de luta para fazer as coisas que me são impostas,
seria menos um que poderia nao ter que lidar com pessoas
que alem de serem completamente diferentes de mim
não interessam a ninguem consciente, enfim...
Segui apenas porque acreditei em alguma saida tão somente.
Penso que apesar de tudo sempre fui uma pessoa com os pes bem assentes na terra
e azar ou não a minha personalidade fortaleceu-se assim.
Anseio por uma libertação que pode ou não chegar...
estarei eu ainda a tempo de voltar no limiti da vida?
nao quero muito nem menos me comprometer quero viver apenas,
ser eu propria, gritar num lugar qualquer,
depois de deixar lavar pelas vontade.
quero...quero e vou viver ate quando eu não sei,
que me importa o que serei...quero é viver...